Saiba que ...
- Não existem dentes fracos, a não ser
em casos de anomalias, o que existe é dente limpo e dente sujo.
Quem come açúcar com freqüência e não escova os
dentes, estes ficam muito mais suscetíveis à cárie.
- Os dentes não ficam mais fracos na gravidez,
não há perda de cálcio durante a gestação.
O que acontece é que as grávidas, além de comerem mais
açúcar, por causa dos "desejos", costumam relaxar na limpeza
bucal, principalmente após o nascimento do bebê, quando o tempo
torna-se muito pequeno frente as inúmeras atividades que a mulher passa
a ter.
- É preciso escovar os dentes após as refeições.
Não é uma regra rígida, apesar de ser importante, aconselhável
e higiênico. A escovação
noturna é a mais importante pois, durante o sono, o fluxo de saliva
diminui e, conseqüentemente, há maior concentração
de ácidos.
- A ingestão de cálcio não previne
cáries. Cálcio na medida certa só ajuda o desenvolvimento
do organismo, mas não ajuda na prevenção de cáries.
- Os antibióticos nem sempre são os
responsáveis por problemas dentais. Cientificamente não há
provas quanto a isto. O que se sabe, é que deve-se evitar durante a
fase de formação dos dentes permanentes, que é até
os 8 anos aproximadamente, os antibióticos chamados Tetraciclinas e
seus derivados.
- A cárie não é hereditária.
Existem fatores genéticos que podem causar uma má-formação
no esmalte ou dentina e determinar um menor fluxo salivar. Mas mesmo estes
dentes não serão afetados pela cárie se forem bem
escovados e houver um baixo consumo de açúcar.
- Os bons hábitos de higiene bucal são
adquiridos na família. Só quando a mãe e o pai se
empenham em conscientizar a criança a diminuir o consumo de sacarose e a
escovar os dentes é que ela vai ser condicionada a repetir mais tarde
este costume. Além disto, eles mesmos têm que dar o exemplo, cuidando dos
próprios dentes na frente do filho e tendo atenção à
alimentação.
Lembre-se:
"Nada é mais perigoso que um bom conselho acompanhado de um mau exemplo."

Primeiro fazemos nossos hábitos e depois
os nossos hábitos nos fazem.
John Dryden
